A democracia não termina quando as urnas são apuradas.
Informação publicada por Kalunga Comunicações.
A democracia não termina quando as urnas são apuradas. Ela continua no direito de cada pessoa pensar diferente, expressar suas opiniões e trabalhar sem ser perseguida por suas escolhas políticas. Os relatos de agressões, demissões motivadas por posicionamento político e assédio eleitoral que circulam após as eleições acendem um alerta sobre o que acontece quando a divergência deixa de ser respeitada e passa a ser tratada como motivo para punir, humilhar ou ameaçar alguém. Se a vitória de um candidato desperta em algumas pessoas a sensação de que agora podem perseguir quem pensa diferente, precisamos refletir seriamente sobre os valores que estão sendo defendidos. Imagine o risco de normalizar essas práticas como se fossem consequências naturais de uma disputa política.
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