A herança que não escolhe partido
Informação publicada por Jornal Mais Brasil.
Seja quem for o vencedor do segundo turno, em 25 de outubro, o próximo presidente receberá uma economia presa a um círculo vicioso: juros elevados alimentam a dívida pública, enquanto o avanço do endividamento dificulta a queda dos juros. Romper esse ciclo será a primeira (e mais importante) tarefa do governo que assumirá em janeiro, independentemente da orientação política. Os números falam por si. Em agosto, a dívida bruta do governo geral alcançou 82,9% do Produto Interno Bruto (PIB), o equivalente a R$ 11,1 trilhões, o maior patamar em mais de cinco anos. Pelo conceito do Fundo Monetário I…
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