Baile charme humaniza cuidados paliativos em hospitais do Rio
Informação publicada por Brasil em Folhas.
Pacientes com doenças graves e terminais estão Receiving especial atenção em hospitais do Rio de Janeiro. Um deles é Luiz Carlos Benedito, de 71 anos, que pediu para um enfermeiro cortar seu cabelo antes de participar de um baile charme no Hospital Estadual Eduardo Rabello, em Senador Vasconcelos, na Zona Oeste do Rio. Além do baile charme, os hospitais também estão utilizando prontuários afetivos para conhecer melhor os pacientes e oferecer cuidados mais personalizados. No prontuário de Maria Inês Poliseu, de 62 anos, internada no mesmo hospital, estão pistas sobre o que lhe faz bem, como sua comida preferida e seus hobbies. Essas iniciativas são uma mudança na forma de enxergar a assistência a quem enfrenta enfermidades sem possibilidade de cura. Além de tratar sintomas, essa prática busca humanizar o atendimento, preservando a qualidade de vida do paciente.
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