Caiado propõe anistia para 8 de janeiro e força sul‑americana contra o crime
Em sabatina na TV Globo nesta terça, o presidenciável do PSD uniu pacificação política à agenda de segurança transnacional.

Ronaldo Caiado defendeu anistia “ampla, geral e irrestrita” para condenados pelos atos de 8 de janeiro e propôs cooperação policial regional.
A proposta prevê envolver até dez países para ações coordenadas contra tráfico de drogas, contrabando de armas e lavagem de dinheiro.
Durante sabatina da TV Globo, nesta terça, o presidenciável do PSD e ex‑governador de Goiás Ronaldo Caiado apresentou as medidas.
Caiado afirmou que a anistia é necessária para reduzir a polarização política e disse se apresentar como defensor da democracia.
Ele comparou a anistia a episódios históricos semelhantes e às decisões do Supremo Tribunal Federal que anularam condenações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Lava Jato.
O candidato criticou a política brasileira de combate ao narcotráfico, responsabilizou o governo Lula pela situação e citou mudanças adotadas pela Colômbia contra facções criminosas.
até 10 países — número máximo previsto para integrar a força internacional de cooperação policial.
"ampla, geral e irrestrita", disse Caiado ao defender a anistia durante a sabatina.