Campanha de ataques
Informação publicada por Jornal O Popular.
Campanha de ataques O eleitor terá de decidir quem será o próximo presidente da República após um segundo turno em que os oponentes se preocuparam mais em desconstruir o adversário do que em discutir projetos de nação. O incumbente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e seu desafiante, o senador Flávio Bolsonaro, se esmeraram em ataques mútuos, muitos deles abaixo da cintura. As campanhas, guiadas pelos marqueteiros e pela lógica das redes sociais, apenas esbarraram em assuntos cruciais, como previdência, equilíbrio fiscal e segurança, tratados de forma superficial. Tampouco se sabe o que os candidatos pensam sobre a conjuntura global, já embaralhada pelas guerras entre Rússia e Ucrânia e entre os EUA e o Irã, e que tende a se complicar com as convulsões na Europa e com os resultados das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, sob Trump.
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