Candidatos ao governo de São Paulo registram planos distintos para empregos
Propostas vão de qualificação e crédito à reindustrialização, mudanças na jornada e reestatizações

Candidatos ao governo de São Paulo registraram no TSE planos de governo com propostas distintas para geração de empregos.
Tarcísio de Freitas (Republicanos) propõe o Hub da Prosperidade para qualificação, ampliar o ensino técnico de 137 mil para 347 mil estudantes, ofertar mais de 50 mil estágios via BEEM e usar Desenvolve SP e Banco do Povo para crédito a turismo, indústria 4.0 e agronegócio.
Fernando Haddad (PT) liga criação de postos ao crescimento e produtividade e prevê simplificação e crédito para pequenos negócios, investimentos em inteligência artificial, instalação de data centers e integração de escolas de tempo integral com formação profissional via Fatecs, Etecs e Centro Paula Souza.
Carlos Machado (PCB) e Vivian Mendes (UP) defendem reindustrialização com foco em biotecnologia, semicondutores, equipamentos médicos e TI; apresentam estratégias regionais para Vale do Ribeira, Ribeirão Preto e Vale do Paraíba, com foco de defesa e aeroespacial no último; Mendes propõe reestatização da Sabesp, Enel, CPTM e EMAE.
No campo dos direitos trabalhistas, Izadora Dias (PCO) defende jornada máxima de 35 horas semanais, proibição de demissões e salário mínimo vital de R$ 7.500; Vera Lúcia (PSTU) propõe fim da escala 6×1, redução da jornada para 36 horas semanais e igualdade salarial entre homens e mulheres.
A policial Edjane (Agir) não apresentou programa de governo no material analisado, sem propostas específicas para emprego.
137 mil → 347 mil — meta de ampliação do ensino técnico por Tarcísio
Mais de 50 mil — estágios ofertados pelo BEEM no plano de Tarcísio
R$ 7.500 — salário mínimo vital proposto por Izadora Dias
35 horas — jornada máxima proposta por Izadora Dias
36 horas — jornada proposta por Vera Lúcia
6×1 — escala que Vera Lúcia propõe terminar