Eleição de 2026 pode trocar até quatro cadeiras na Câmara de Ribeirão Preto
Quatro vereadores disputam vagas na Assembleia e, se eleitos, seus suplentes — de PL, Novo e PT — assumem na Câmara municipal.

Até quatro cadeiras da Câmara de Ribeirão Preto podem mudar de titular se vereadores eleitos em 2024 vencerem disputas na Eleição Geral de 2026.
Seis candidaturas locais citadas concorrem à Assembleia Legislativa, com o 1º turno em 4 de outubro e eventual 2º turno em 25 de outubro; isso define quem entra por suplência.
No PL, Isaac Antunes concorre a deputado estadual; se eleito, quem assume é Jesus Carlos, que obteve 1.835 votos em 2024, tem 62 anos e nasceu em Conceição das Alagoas (MG); Jesus Carlos é empresário, se declara cristão e tem publicado em apoio à campanha de Antunes.
A vaga do PL também depende de movimentações internas: Jesus Carlos é terceiro suplente depois de Hagara do Pão de Queijo (primeiro suplente) e Camilo Calandreli (segundo suplente), este último podendo ocupar a cadeira deixada por Lincoln Fernandes, vereador cassado neste ano.
No Novo, André Rodini disputa deputado estadual; seu suplente é Emílio Cury, que já assumiu a Câmara de Ribeirão Preto em 2022 durante o afastamento de Rodini e apresentou 32 proposições naquele período; Cury tem 52 anos e atua em construção civil e agro.
No PT, Duda Hidalgo e Muller concorrem à Alesp, e os suplentes que podem entrar são Dr. Edmundo Raspanti (1.277 votos em 2024) e Dr. Jorge Parada (1.250 votos em 2024); Raspanti tem 72 anos, é médico nefrologista, professor e pesquisador; Parada tem 77 anos, é médico especializado em gastroenterologia e coloproctologia e fundou a ONG Saúde Solidária.
No município, o 1º turno de 2024 registrou 275.672 votos válidos, 860 abstenções, 21.896 votos nulos e 19.140 votos em branco, totalizando 317.568 computações.
Pesquisa eleitoral local para deputado estadual mostra Duda Hidalgo (PT) com 5% das intenções, Rafael Silva Jr (PSD) com 4%, Lucas Bove (PL), Isaac Antunes (PL), Léo Oliveira (MDB) e André Trindade (União) com 2% cada; levantamento ouviu 1.000 eleitores entre 11 e 15 de setembro, tem 95% de confiança e margem de erro de três pontos percentuais (registro SP-00022/2026).