Gustavo Mendanha propõe fim da reeleição e parceria com EUA e Israel contra o crime
Candidato ao Senado por Goiás apresentou propostas em sabatina na TV Anhanguera na sexta (18)

Gustavo Mendanha (PRD) propôs nesta sexta (18) o fim da reeleição para presidente, governadores e prefeitos e mandatos de cinco anos.
Ele defendeu que o Brasil faça parceria com Estados Unidos e Israel para usar tecnologia e inteligência no combate à criminalidade, especialmente nas divisas, e pediu a criação da lei de "Terrorismo Doméstico".
Na entrevista de 15 minutos na TV Anhanguera, transmitida ao vivo pelo g1 Goiás, Mendanha também apoiou reduzir a escala de trabalho de 6x1 para 5x2 com flexibilidade remunerada e disse que senadores não devem se limitar a destinar emendas.
O candidato propôs limite de 12 anos para mandatos de ministros do Supremo Tribunal Federal (aplicável apenas a indicados após a sanção) e afirmou que, se eleito, assinará o impeachment do ministro Alexandre de Moraes.
Mendanha disse que foi reeleito prefeito de Aparecida de Goiânia em 2020, que a pandemia consumiu cerca de 40% do orçamento municipal e que obteve mais de 98% dos votos válidos em sua reeleição.
A sabatina foi a última da série do Bom Dia Goiás com candidatos ao Senado; participaram concorrentes que tinham 5% ou mais nas intenções de voto na pesquisa Quaest e as entrevistas visaram aprofundar propostas para a população.
15 minutos — duração de cada sabatina
5% — critério de convite baseado na pesquisa Quaest
7,5% — participação dos municípios na arrecadação de impostos citada por Mendanha
5 anos — mandato defendido por Mendanha para cargos executivos
12 anos — limite proposto para novos ministros do STF
6x1 para 5x2 — mudança de escala de trabalho proposta
40% — fatia do orçamento municipal consumida pela pandemia, segundo Mendanha
"Eu, senador da República, vou trabalhar para que o Brasil faça parceria com os Estados Unidos e faça parceria, principalmente com Israel, para utilizar a tecnologia e inteligência para combater a criminalidade do nosso país", disse Mendanha na entrevista.