Habitação em Goiás: candidatos propõem de aluguel social a reforma urbana
Seis planos trazem medidas distintas — regularização fundiária, recuperação de imóveis e propostas nacionais aparecem entre as estratégias.

Seis candidatos ao governo de Goiás apresentam propostas diferentes para resolver o déficit habitacional, incluindo aluguel social, regularização fundiária e reforma urbana.
As propostas contemplam medidas concretas: ampliação de programas estaduais, expropriação de imóveis vagos, recuperação de imóveis abandonados e programas de moradia integrados a planejamento regional.
Daniel Vilela (MDB) coloca habitação no eixo Desenvolvimento Humano e Bem-Estar, com a política “Moradia Digna e Segurança para as Famílias”.
O plano de Vilela prevê ampliar programas estaduais de habitação, regularização fundiária, construção e melhoria de moradias, priorizando famílias vulneráveis e municípios com maior necessidade.
O documento de Vilela cita iniciativas já existentes: Aluguel Social, Casas a Custo Zero, Goiás Social, Crédito Social e Mães de Goiás.
Danilo Pinheiro (PCO) foca no combate à especulação imobiliária, propondo a expropriação de imóveis vagos e a proibição de despejos e desocupações.
O programa do PCO defende um plano nacional de construção de milhões de moradias populares, com execução sob controle dos trabalhadores.
Luciana Amorim (UP) tem a reforma urbana como eixo, propondo investimentos nas periferias, recuperação de imóveis vazios e destinação de imóveis abandonados à moradia.
Amorim também propõe interromper imediatamente remoções de famílias sem moradia, além de um plano estadual de acompanhamento das pessoas em situação de rua.
Luis Cesar Bueno (PT) integra habitação ao desenvolvimento regional, propondo planejamento conjunto de emprego, moradia, transporte e serviços em oito zonas econômicas.
Os seis candidatos incluídos no levantamento são Daniel Vilela (MDB), Danilo Pinheiro (PCO), Luciana Amorim (UP), Luis Cesar Bueno (PT), Marconi Perillo (PSDB) e Wilder Morais (PL).