Justiça dos EUA reconhece registro migratório falso usado contra Filipe Martins
Juiz federal Gregory Presnell disse que o governo americano admite a falsidade e que Martins tem direito a saber quem inseriu a informação.

Auditoria em audiência na Flórida, em março, concluiu que houve entrada falsa nos registros migratórios atribuída a Filipe Martins.
O juiz Gregory Presnell afirmou que o governo dos EUA reconhece a falsidade, que o registro causou dano ao ex-assessor e que Martins tem direito a saber quem inseriu a informação; o processo baseado na Lei de Liberdade de Informação continuará.
O registro falso foi usado como base para a prisão preventiva decretada pelo ministro Alexandre de Moraes em 2024, que alegou viagem de Martins aos EUA acompanhando Jair Bolsonaro; Martins nega ter viajado aos EUA.
Martins foi condenado pelo STF a 21 anos por crimes ligados à tentativa de golpe; o governo americano deverá realizar novas buscas por comunicações e documentos, sem prazo definido para a próxima etapa.