No campo, o atendimento ainda toca o telefone
Informação publicada por A Redação.

A Redação Goiânia – Quem trabalha com revenda de máquinas, insumos ou peças no interior de Goiás conhece bem o mês de outubro. O telefone começa a tocar cedo, antes das seis, e só para quando escurece. Do outro lado da linha está um produtor com a plantadeira parada no meio do talhão, um rolamento que quebrou, uma dúvida sobre a dose do inoculante ou uma carga de semente que não chegou. Nenhuma dessas ligações pode esperar até segunda-feira. A safra 2026/27 deixa essa pressão ainda maior. Segundo números da Conab reunidos pelo Agrolink, Goiás deve colher 20,3 milhões de toneladas de soja em 5,2 milhões de hectares, cerca de 11% da produção nacional. O plantio, porém, começou devagar.
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