Peça solo da atriz Lia Motta usa a palhaçaria contemporânea para falar sobre a morte com sensibilidade
Informação publicada por Arquivos SÃO MIGUEL DO PASSA QUATRO.
Peça solo da atriz Lia Motta usa a palhaçaria contemporânea para falar sobre a morte com sensibilidade Lia Motta em cena. Foto: Bia Carvalho Em novembro, a atriz Lia Motta inicia a circulação do espetáculo Enfim Jazz no interior do estado de Goiás. Criado com base na palhaçaria contemporânea, o solo aborda o tema da morte de maneira cômica e poética. A circulação começa no dia 02, Feriado de Finados, no Cine Teatro São Joaquim da Cidade de Goiás. No dia 04 (quarta), entra em cartaz no Coepi, em Pirenópolis. No dia 06 (sexta), segue para o Teatro Sesc de Anápolis. Sempre às 19h30, com entrada franca. Na trama de Enfim Jazz, a morte, cansada de ser mal vista pelas pessoas, decide se personificar na imagem de uma palhaça para ser melhor recebida na execução do seu trabalho. Numa vivência cheia de graça e riso, é a morte quem acaba se encantando pela vida.
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