Petróleo acima de US$100 e El Niño podem segurar queda da Selic em 2027
Choques internacionais e a própria resiliência da economia brasileira reduzem espaço para cortes, apesar da promessa dos candidatos.
Petróleo acima de US$100 o barril e risco de El Niño podem limitar a queda da Selic prevista para 2027.
O Banco Central deve manter postura cautelosa, o que reduz a intensidade dos cortes esperados pelos dois candidatos à Presidência; o segundo turno será dia 25.
O petróleo acima de US$100 alimenta inflação de custos; o El Niño pode reduzir a produção agrícola e elevar preços de alimentos; crise da dívida nos EUA e na Europa, com déficits fiscais, tende a elevar juros globais e pressionar o câmbio.
A própria resiliência da economia brasileira diminui a necessidade de cortes na taxa básica; o mercado também acompanhará as políticas fiscais dos postulantes e a trajetória da dívida pública.