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Prefeitura de Anápolis registra alta de 12,17% na Receita Total no 1º quadrimestre

Relatório apresentado na Câmara em 21.ago mostra receitas, despesas e indicadores fiscais detalhados da gestão de Márcio Corrêa (PL).

Redação POLITICA.GO21 de ago. de 2026 · 12h323 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Prefeitura de Anápolis registra alta de 12,17% na Receita Total no 1º quadrimestre
Reprodução: anapolis.go.leg.br

A Receita Total da Prefeitura de Anápolis cresceu 12,17% entre janeiro e abril de 2026, na comparação com o mesmo período de 2025.

A Despesa Total Liquidada subiu 10,59%, de R$ 572.080.853,29 em 2025 para R$ 632.692.039,46 em 2026, e o Serviço da Dívida aumentou 4,78% no período.

O relatório foi entregue e apresentado na Câmara Municipal de Anápolis em 21.ago pelo secretário de Economia Marcelo Olímpio Carneiro Tavares, com o prefeito Márcio Corrêa (PL) ao lado.

A Receita Tributária no primeiro quadrimestre foi de R$ 226,8 milhões; IPTU, ISS, IRRF e ITBI cresceram; a TSU caiu de R$ 22,2 milhões para R$ 2 milhões por mudança na forma de cobrança.

Transferências correntes ampliaram-se: FPM +8,02%, SUS +22,2%, ICMS +8,35% e Fundeb +29,79%; o IPVA teve variação positiva de 0,83%.

A Prefeitura executou 26,62% da Lei Orçamentária Anual, liquidando R$ 578.241.339,54 das Despesas Correntes de R$ 1.826.237.190,93.

No Resultado Primário, a Receita Primária foi de R$ 735,7 milhões, a Despesa Primária de R$ 587,8 milhões e Restos a Pagar Pagos de R$ 3,049 milhões; a comparação entre meta e realizado ficou negativa em 44,38%.

O Gasto com Pessoal nos últimos 12 meses foi 50,22% da Receita Corrente Líquida, acima do limite de alerta e abaixo do limite prudencial de 51,3%.

A aplicação na Saúde foi 21,28% entre janeiro e abril, acima do mínimo constitucional de 15%; já a Educação recebeu 24,38%, abaixo do mínimo legal de 25%.

A Dívida Consolidada Líquida ficou em 23,43% e a Dívida Consolidada Bruta em 30.04. — R$ 599.496.500,42, equivalente a 32,78% da Receita Corrente Líquida; o comprometimento anual com serviço da dívida é 3,2% (estimado em 9,6% para o ano, abaixo do limite de 11,5%).

Anápolis tem nota B na Capag. Marcelo Olímpio afirmou que "o cenário atual da gestão cria condições para se renegociar dívidas contraídas em gestões anteriores".

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