Reta final: campanha em Anápolis amplia ações nas ruas e debates
Candidatos focam votos para 41 cadeiras estaduais e 17 federais; propaganda na TV e rádio termina em 1º de outubro

Campanha intensifica nas ruas de Anápolis nos últimos dias antes da eleição; a ordem entre os candidatos é pedir votos.
A maior parte dos candidatos concentra gastos nesta reta final para conquistar eleitores indecisos e buscar votos em outros colégios eleitorais.
Disputam-se 41 vagas de deputado(a) estadual e 17 vagas de deputado(a) federal nas eleições deste ciclo.
Na sabatina promovida pela Associação Comercial e Industrial de Anápolis (ACIA) e Portal6, participaram Daniel Vilela (MDB), Marconi Perillo (PSDB) e Luis Cesar Bueno (PT); Wilder Morais (PL) declinou do convite por compromissos na agenda.
Marconi Perillo criticou o governo Caiado/Daniel por não atrair indústrias para Anápolis; Daniel Vilela questionou a proposta de Marconi de investir R$ 1 bilhão no sistema elétrico, setor sob concessão federal; Luis Cesar cobrou a falta de garantia de 2% do orçamento para a Universidade Estadual de Goiás (UEG).
A deputada federal em campanha Louiza Costa, bombeira militar lotada na Secretaria de Estado da Casa Militar e formada em Direito, acompanhou o governador Daniel Vilela na sabatina; sua entrada na política ocorreu por convite de Daniel Vilela, segundo pessoas próximas.
A Justiça Eleitoral amplia acessibilidade: eleitores com deficiência podem ser auxiliados na cabine, entrar acompanhados por cão-guia e usar sistema de áudio na urna, fones descartáveis, teclado em Braille, marca tátil na tecla 5, tecnologias assistivas e intérprete de Libras; o prazo para solicitar transporte especial no dia da eleição já expirou.
Prazos legais: de 29 de setembro até 6 de outubro nenhum eleitor pode ser preso ou detido, salvo em flagrante ou crime inafiançável (art. 236 do Código Eleitoral); a propaganda eleitoral gratuita de rádio e televisão termina em 1º de outubro, restando apenas sete dias a partir de sexta-feira (25).
A eleição presidencial segue em alta polarização entre esquerda e direita, descrita como lulismo versus bolsonarismo.