Rui Costa Pimenta propõe abrir cursos, estatizar ensino e aumentar salários
O programa do PCO prevê medidas imediatas na saúde, educação, habitação, reforma agrária e economia, com metas e números claros.

Rui Costa Pimenta, pelo PCO, propõe abertura imediata de centenas de cursos de medicina e enfermagem em universidades públicas, com livre acesso e sem vestibular.
O programa prevê aumento emergencial de 50% de todos os salários e salário mínimo de pelo menos R$ 7,5 mil.
Na saúde, o PCO quer ampliar a oferta de profissionais com os cursos sem vestibular e medidas de contratação imediata.
Na educação, o plano inclui estatização do ensino privado, fim dos vestibulares, aumento das verbas públicas e jornada máxima de 30 horas semanais para professores.
Em habitação, o partido defende expropriação de imóveis vagos de especuladores, proibição de despejos e desocupações e construção de milhões de moradias.
Na reforma agrária, o programa prevê assentamento imediato de milhões de sem-terra acampados e demarcação de terras indígenas em disputa com latifundiários, além do direito de armamento para trabalhadores do campo e indígenas.
Na economia, o PCO propõe cancelamento de todas as privatizações, redução imediata de 50% no preço dos combustíveis e fim da política de paridade com o dólar.
O programa pede reposição integral de 100% das perdas salariais, impostos sobre grandes fortunas, reajustes de aposentadorias e pensões com reposição de 100% e anulação de todas as dívidas dos trabalhadores com o sistema financeiro.
Outras medidas econômicas incluem fim da independência do Banco Central, fim dos impostos sobre consumo e salários, e tributação apenas sobre ganhos dos capitalistas e grandes fortunas.
Para trabalhadores, há proposta de cancelamento da reforma trabalhista, revogação das reformas previdenciárias, aposentadoria após no máximo 25 anos de trabalho para mulheres e 30 anos para homens, redução da jornada para sete horas diárias e 35 horas semanais, salário-desemprego igual ao último salário recebido e proibição de despejos e cortes de serviços essenciais para desempregados.
centenas — abertura imediata de cursos de medicina e enfermagem
50% — redução proposta no preço dos combustíveis
50% — aumento emergencial de todos os salários
R$ 7,5 mil — salário mínimo proposto
100% — reposição integral das perdas salariais e de aposentadorias
milhões — moradias a construir e sem-terra a assentar
30 horas — jornada máxima para professores
25/30 anos — tempo máximo de trabalho para aposentadoria de mulheres/homens
7 horas por dia / 35 horas semanais — jornada máxima proposta