Segundo turno decide rumo sobre terras, biodiversidade e minerais estratégicos
A escolha eleitoral influencia demarcações, proteção ambiental e a gestão de recursos como terras raras.

O segundo turno decide quem administrará o território, a biodiversidade e os minerais estratégicos do Brasil.
Desde 2023, o governo homologou 20 terras indígenas, somando cerca de 2,5 milhões de hectares.
O Prodes, do INPE, registrou queda na devastação na Amazônia; na Terra Yanomami, operações reduziram o garimpo ilegal entre março de 2024 e janeiro de 2026.
Entre 2019 e 2022 nenhuma área originária foi demarcada; naquele período a supressão florestal na Amazônia acumulou marcas expressivas.
Parlamentares propuseram flexibilizar normas de preservação e defenderam teses jurídicas restritivas sobre demarcações durante o período sem demarcações.
Planos de reestruturação administrativa preveem cortes expressivos no número de ministérios, e analistas alertam que órgãos socioambientais podem perder autonomia ou orçamento.
Debates sobre fornecimento de minerais essenciais reacenderam interesse internacional por terras raras, usadas em eletrônica, defesa e transição energética.
Especialistas afirmam que avanços socioambientais dependem de fiscalização contínua, orçamento adequado e escuta das comunidades, porque políticas interrompidas demoram anos para ser retomadas.
20 — número de terras indígenas homologadas desde 2023
2,5 milhões de hectares — área total homologada
março de 2024 a janeiro de 2026 — redução do garimpo na Terra Yanomami
2019–2022 — período sem demarcações de áreas originárias