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Seis candidatos detalham propostas distintas para modernizar a máquina pública em Goiás

Planos vão de digitalização e concursos a reversão de terceirização e criação de estruturas de governança

Redação POLITICA.GO26 de set. de 2026 · 10h040 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Seis candidatos detalham propostas distintas para modernizar a máquina pública em Goiás
Reprodução: aredacao.com.br

Seis candidatos ao governo de Goiás apresentam propostas distintas para organizar a máquina pública estadual.

As medidas propostas incluem digitalização de serviços, programas de governança, concursos periódicos, fim da terceirização e substituição de Organizações Sociais por administração direta em hospitais.

Daniel Vilela (MDB) dedica um eixo à "Capacidade Institucional e Governança", aponta Selo Ouro da ABEP‑TIC, 1º lugar em Qualidade da Informação Contábil e Fiscal e 4ª posição no Pilar Eficiência do Ranking de Competitividade do CLP; propõe o programa "Revogaço Goiás", uma Estrutura Estadual de Governança Integrada, a plataforma "Integra" com IA para gestão de servidores, o "e‑Goiás" para digitalizar prefeituras, eficiência energética e um Novo Centro Administrativo do Estado.

Danilo Pinheiro (PCO) apresenta o programa intitulado "Fim da destruição dos serviços públicos e dos ataques ao funcionalismo", defende estabilidade imediata para terceirizados, proibição da terceirização, concursos públicos periódicos e aumento de verbas para saúde e educação, além do fim do teto de gastos e da Lei de Responsabilidade Fiscal; o programa tem caráter nacional e traz poucos detalhes administrativos específicos para Goiás.

Luciana Amorim (UP) não tem programa próprio de modernização administrativa; aposta no "poder popular" com conselhos populares (como o Conselho Popular de Mulheres) com orçamento e autonomia, novo concurso para educação, concursos estaduais anuais em cultura, obrigatoriedade de uso do SUS para políticos e punição de corruptos.

Luís César Bueno (PT) não reúne a administração em capítulo único, mas propõe o Conselho Goiás 2030, um Escritório de Grandes Projetos, Comitês Regionais, e um painel público trimestral com metas, cronogramas, custos e indicadores socioambientais; estabelece que metas só entrem no orçamento com fonte, cronograma, responsável e avaliação de impacto definidos, e prevê substituir, de forma planejada, gestão por OSs por administração pública direta em hospitais, com carreira efetiva e gestão participativa.

A análise mostra grande variação de detalhamento entre os planos: alguns dedicam capítulos e programas à modernização, outros tratam o tema de forma pontual ligada a saúde ou educação.

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