Um clima de alarmismo cerca as expectativas sobre como será o Congresso Nacional a partir de fevereiro de 2027, após as
Informação publicada por Jornal Somos.

Um clima de alarmismo cerca as expectativas sobre como será o Congresso Nacional a partir de fevereiro de 2027, após as eleições de outubro de 2026. Segundo a colunista Dora Kramer, jornalista e comentarista de política, antes de se render ao catastrofismo diante do tamanho das bancadas conquistadas pelo Partido Liberal (PL), é preciso analisar os fatos com cautela. Na avaliação da colunista, o crescimento do PL não é fator de maioria segura e tampouco garante ao partido o domínio do Parlamento. A análise indica que a composição das bancadas, por si só, não define a correlação de forças em votações e negociações. O chamado centrão encolheu em número de parlamentares, mas, segundo a análise, o apetite e a experiência política dessas legendas no jogo do poder não diminuíram. Esses partidos continuam com capacidade de negociação e influência sobre a agenda do Legislativo.
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