Zema chama reajuste do Bolsa Família de 'medida eleitoreira' e propõe R$ 5 mil
Candidato criticou o aumento para R$ 691 e ofereceu prêmio de R$ 5 mil a famílias que saírem do programa após conseguir emprego formal.

Romeu Zema chamou nesta quinta, 17, o reajuste do Bolsa Família de "medida eleitoreira" e propôs um prêmio de R$ 5 mil por família.
O governo elevou o benefício mínimo de R$ 600 para R$ 691; o aumento terá impacto de R$ 5,8 bilhões em 2026 e R$ 22,7 bilhões em 2027.
Zema, candidato à Presidência pelo Novo, disse que o reajuste é reação à perda de liderança de Lula nas pesquisas do segundo turno.
O candidato afirmou que o presidente age de forma irresponsável diante da situação fiscal e declarou que o governo tenta "comprar o voto" ao comprometer R$ 22 bilhões.
Zema afirmou reconhecer o Bolsa Família como política importante, mas defendeu medidas para inserir beneficiários no mercado de trabalho, inclusive qualificação profissional.
Como proposta, ele quer pagar R$ 5 mil às famílias que deixarem o Bolsa Família após obter emprego formal.
R$ 600 → R$ 691 — novo piso do benefício
R$ 5,8 bilhões — impacto nas contas em 2026
R$ 22,7 bilhões — impacto nas contas em 2027
R$ 5.000 — prêmio proposto por família que sair do programa