Candidatos ao governo de PE responderam sobre empregos em entrevista nesta segunda (21)
Tempo de fala variou por representatividade; Victor Assis foi convidado e não compareceu

Candidatos ao governo de Pernambuco responderam nesta segunda (21) sobre propostas para gerar empregos no estado.
O tempo de fala foi definido pela representatividade partidária no Congresso: 1 minuto para Ivan Moraes (PSOL), João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD); 40 segundos para Renan Hallais (Missão); 30 segundos para Camila Falcão (UP) e Guilherme Fonseca (PSTU).
A série "Uma pergunta para todos", do NE2, perguntou: "Pernambuco tem a segunda maior taxa de desemprego do país. Qual a sua proposta para gerar empregos?"; Victor Assis (PCO) foi convidado e não compareceu às gravações.
Camila Falcão (UP) propôs o fim da escala 6 por 1, redução da jornada, aumento de 100% do salário mínimo e frentes emergenciais de trabalho.
Guilherme Fonseca (PSTU) propôs taxar grandes fortunas, acabar com renúncia fiscal às grandes empresas e investir em obras públicas: hospitais, creches e moradias; também defendeu jornada de 40 ou 36 horas e fim da escala 6 por 1.
Ivan Moraes (PSOL) propôs que o estado privilegie compras e investimentos na indústria e empresas locais, fomente a indústria cultural e una estratégias digitais, culturais e agrícolas para formar jovens e atrair investimento.
João Campos (PSB) citou que, com Lula presidente e Eduardo governador, Pernambuco gerou mais de 500 mil empregos com carteira assinada; prometeu concluir a Transnordestina, ampliar ensino técnico e levar o programa Embarque Digital para formar profissionais em tecnologia; afirmou que, como prefeito do Recife, gerou mais de 130 mil carteiras assinadas.
Raquel Lyra (PSD) afirmou que, nos últimos três anos e meio, Pernambuco gerou 200 mil empregos com carteira assinada e recebeu mais de R$ 26 bilhões em obras públicas e estruturantes, citando hospitais, estradas, acesso à água, escolas e creches.
Renan Hallais (Missão) disse que 60% dos pernambucanos dependem de programas assistenciais; propôs industrialização local, agregar valor a produtos como gesso do Araripe e fruticultura de Petrolina, e investir em infraestrutura e ferrovia.