Conflito no STF encarece projetos e eleva risco jurídico para investidores
Ministros em embate aumentam provisões para disputas, e grandes escritórios e multinacionais já recalculam custos de megaempreendimentos

O embate entre ministros do Supremo Tribunal Federal aumentou o custo jurídico que empresas incluem em projetos de grande porte.
Essa alteração eleva a provisão de recursos para possíveis contendas judiciais e onera o preço final de empreendimentos de médio e longo prazo.
Grandes empresas contratam bancas full-service — alguns escritórios têm 60, 80 ou até 100 anos — para consultoria técnica, tributária e societária na modelagem, due diligence e compliance de projetos.
Essas bancas atuam antes das grandes consultorias (Deloitte, PwC, EY e KPMG) e mantêm contato direto com correspondentes internacionais, reduzindo distância para escritórios que contrataram parentes de ministros.
A confusão no STF já repercute internacionalmente: investidores podem aumentar hedge por receio de recorrer ao Judiciário, elevando o custo dos investimentos no Brasil.
Essa nova precificação não estava prevista nas planilhas; o texto diz que “desde ontem o Custo Brasil ficou mais caro”.
A Associação Nacional de Jogos e Loterias notificou extrajudicialmente TikTok, X, Google e Meta, pedindo plano para identificar, remover e bloquear perfis e conteúdos que promovem operadores ilegais de apostas esportivas no Brasil.
A ANJL afirma que o mercado ilegal de apostas opera entre 38% e 44% do total.
A Cabo Verde Airlines, em parceria com o Governo de Pernambuco por meio da Empetur, inicia nova rota direta para a Ilha do Sal a partir de 13 de dezembro.