De mãos dadas: como o Recife tece uma rede de cuidado para a primeira infância neurodivergente
Informação publicada por Jornal do Commercio.

Mônica Lopes Alves ainda se lembra do silêncio. O filho Igor tinha 2 anos e não falava, não interagia, não respondia ao próprio nome com a naturalidade que ela esperava de uma criança daquela idade. "Fiquei desconfiada de que havia algo errado", diz. O caminho até o diagnóstico foi rápido perto do que viria depois: a fila de espera por um atendimento que desse conta de tudo aquilo que um diagnóstico, sozinho, não resolve.Hoje Igor tem acompanhante terapêutico na escola, come e experimenta alimentos que ante…
As informações são de Jornal do Commercio. Leia a matéria completa em: https://jc.uol.com.br/especiais/2026/09/03/de-maos-dadas-como-o-recife-tece-uma-rede-de-cuidado-para-a-primeira-infancia-neurodivergente.html