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Marília Arraes quer Banco Central alinhado ao presidente; Selic deve considerar dona de casa

A candidata do PDT exige que decisões do Copom levem em conta o dia a dia da população, apesar do caráter colegiado do colegiado.

Redação POLITICA.PE27 de ago. de 2026 · 00h036 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Marília Arraes quer Banco Central alinhado ao presidente; Selic deve considerar dona de casa
Reprodução: jc.uol.com.br

Marília Arraes (PDT) defende que o Banco Central fique alinhado à política econômica do presidente, incluindo decisões sobre a taxa Selic.

Na visão da candidata, o patamar da Selic teria de considerar o dia a dia da dona de casa, mesmo com decisões colegiadas e impacto da elevação dos gastos públicos.

Marília disse: "Você não pode ter um Banco Central desalinhado com o projeto econômico, com a política econômica de um governo"; ela citou Copom e gastos públicos.

A campanha do presidente Lula pediu censura a cortes nas redes que associam Lula ao tráfico de influência de Luís Fábio (Lulinha), e exige também censura aos vídeos em que Renan Santos chama Lula de "safado", "ladrão" e "bêbado".

A coligação petista acusa Ronaldo Caiado (PSD) de "tender a induzir o eleitor ao erro" ao ligar a imagem do presidente ao caso Lulinha.

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) declarou que Pernambuco "precisa de melhores homens e mulheres de bem" e apoiou Mendonça Filho para o Senado.

O advogado-geral da União, Jorge Messias, chamou de "cracolândias digitais" plataformas que permitem conversas sem controle estatal e afirmou: "Nós não podemos tolerar que verdadeiras cracolândias digitais sejam criadas no ambiente virtual brasileiro".

Na quinta-feira (27), o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, presta depoimento por videoconferência à Polícia Federal sobre inquérito que apura "possível corrupção" de agentes do Banco Central na liquidação do Master.

A pesquisa Indexa/Broadcast aponta Lula com 39% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro com 34%; Lula lidera todos os cenários de segundo turno contra os concorrentes.

A maioria dos entrevistados diz acreditar que reconhece uma deepfake e rejeita o uso de inteligência artificial em campanhas; Arilton Freres, CEO da Indexa Pesquisas, avaliou que isso é "uma rejeição clara à utilização de certas ferramentas de inteligência artificial na disputa eleitoral".

O texto registra a frase do economista Milton Friedman: "não existe almoço grátis", citada para comentar almoço de Lula com Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (Republicanos-AP) no Palácio da Alvorada.

Na sátira sobre o almoço, o custo estimado por refeição é R$ 200; três refeições somariam R$ 600, valor usado para criticar conchavos ali decididos.