Raquel Lyra: “Pernambuco voltou” e pede continuidade do governo
Governadora e candidata à reeleição apresentou balanço de quase quatro anos e anunciou obras e programa fiscal nesta quinta (18).

Raquel Lyra afirmou nesta quinta (18) que “Pernambuco voltou” e defendeu a continuidade do seu projeto como candidata à reeleição.
Ela disse que o Estado registrou crescimento do PIB de 4,8% no primeiro semestre, avanço de quase 20% na indústria de transformação e liderança nacional no crescimento do comércio varejista no período.
A governadora afirmou que 207 mil empregos com carteira assinada foram gerados durante sua gestão e que Pernambuco tem R$ 41 bilhões em investimentos industriais anunciados e em execução, citando aportes da Stellantis e a retomada da Refinaria Abreu e Lima.
Raquel apresentou medidas tributárias que retiraram multas consideradas exorbitantes e criaram mecanismos de conformidade, com uso ampliado de inteligência de dados para reduzir deslocamento de contribuintes: “Você que é empreendedor, declara e eu audito”, resumiu.
Sobre infraestrutura, anunciou mais de R$ 1 bilhão destinados a intervenções rodoviárias na Zona da Mata Sul e o início das obras da PE-20 e da ponte de Tiúma, em São Lourenço da Mata.
No saneamento, citou obras em Porto de Galinhas e Fernando de Noronha e uma nova parceria público-privada para ampliar oferta de água no Recife, Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho.
Para recuperação urbana do centro do Recife, listou destinação de prédios públicos — Neoenergia (João de Barros) para a Secretaria de Educação, antigo Diário de Pernambuco para a Secretaria de Cultura e o Liceu de Artes e Ofícios para virar escola de economia criativa — e disse preparar projeto habitacional obtido junto à Caixa Econômica Federal.
Na agenda social, mencionou o programa Palafita Zero em Peixinhos e Vila Condor (Olinda), obras de drenagem, construção de moradias, dragagem do Rio Beberibe e afirmou que o conjunto representa mais de R$ 700 milhões em investimentos.
Raquel anunciou a retomada do programa de renegociação de débitos tributários chamado “Dívida Zero 2.0”.