Recife responde por 44,5% dos empregos criados em Pernambuco em 2026
Recife teve 3.424 vagas em agosto e soma 16.427 no ano; Pernambuco abriu 13.428 empregos em agosto, 3º do país.

Recife criou 3.424 empregos formais em agosto e 16.427 no acumulado de janeiro a agosto.
Recife concentra 44,5% das 36.874 vagas criadas em Pernambuco no mesmo período.
No mês, o saldo recifense de 3.424 vagas resultou de 22.230 admissões e 18.806 desligamentos; o estoque de empregos formais na capital chegou a 568.571 vínculos.
A Região Metropolitana do Recife criou 5.690 empregos em agosto, correspondendo a 42,4% do saldo pernambucano no mês.
No Recife, o setor de serviços gerou 2.524 vagas; construção civil, 696; comércio, 184; agropecuária, 26.
Em Pernambuco, todos os cinco grandes setores tiveram saldo positivo: serviços 4.393, indústria 3.296, agropecuária 2.981, construção 1.824 e comércio 934.
A cadeia sucroenergética respondeu por 5.050 empregos em agosto no Estado, ou 37,6% do saldo pernambucano; a fabricação de açúcar criou 2.790 vagas e o cultivo de cana, 1.413.
Com ajuste sazonal, Pernambuco registrou saldo de 3.110 postos em agosto, contra 748 em julho.
No acumulado de 2026, Pernambuco soma 36.874 empregos formais, dos quais 26.769 vieram do setor de serviços.
O prefeito do Recife, Victor Marques (PCdoB), atribuiu o desempenho à combinação entre atividade privada e investimentos públicos, e a secretária estadual Danielle Jar Souto reconheceu o efeito sazonal da safra da cana.
Os números saem na reta final da eleição para o Governo de Pernambuco; a governadora Raquel Lyra (PSD) disputa a reeleição contra o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB), e ambos usam indicadores econômicos em suas campanhas.
No Brasil, foram criados 165.827 empregos formais em agosto, e o país acumula 1.134.033 vagas entre janeiro e agosto de 2026.