Tennessee suspende execuções até o fim do ano após detenta sobreviver à injeção
O governador Bill Lee anunciou auditoria externa depois que Christa Gail Pike resistiu à aplicação de pentobarbital na noite de 30.

O Tennessee suspendeu todas as execuções no estado até o final do ano após Christa Gail Pike sobreviver à injeção letal na noite de quarta, 30.
O governador Bill Lee anunciou, na madrugada de quinta, 1º, a suspensão e determinou uma auditoria externa para "determinar exatamente o que aconteceu".
Christa Gail Pike foi condenada à morte em 1996; a injeção letal aplicada usou pentobarbital e ela continuou viva horas depois da primeira dose.
O protocolo do estado prevê a administração de uma segunda dose por seringas caso o detento não esteja morto após a primeira aplicação; o documento não detalha procedimentos se o indivíduo sobreviver à segunda dose.
Esta é a segunda vez em 2026 que o Tennessee não consegue executar um condenado: em maio, a execução de Tony Carruthers foi cancelada após mais de uma hora de tentativas frustradas de conseguir acesso venoso para administrar pentobarbital.
30 — noite em que Christa Pike sofreu a injeção
1º — data em que Bill Lee anunciou a suspensão
1996 — ano da condenação de Christa Gail Pike
2026 — ano em que outra execução estava programada
"Cumprir uma sentença legalmente imposta está entre as responsabilidades mais sérias do Estado, e o povo do Tennessee espera que isso seja feito de uma maneira que seja não apenas legal e constitucional, mas também eficaz", disse o governador Bill Lee.
O próximo passo é a auditoria externa solicitada por Lee; as execuções permanecem suspensas até o final do ano enquanto o relatório não sai.