20 candidatos prestaram contas a eleitores de Flores da Cunha e Nova Pádua
Entrevistas levantaram ERS-122, pedágio em Antônio Prado, habitação e oferta de mão de obra.

O Florense entrevistou 20 candidatos que buscaram a redação para apresentar propostas às comunidades de Flores da Cunha e Nova Pádua.
As entrevistas enfocaram duplicação da ERS-122, pedágio para Antônio Prado, falta de habitação e necessidade de ampliar oferta de mão de obra.
Deputado federal Afonso Hamm (PP) afirmou “Não é momento para se encolher”; Any Ortiz (PP) disse “Eu ando pelo Estado contando o que já fiz”.
Carlos Gomes (Republicanos) declarou “Precisamos avançar na renegociação da dívida dos estados”; Diogo Siqueira (PL) disse “Os municípios menores da Serra precisam ter uma voz mais forte em Brasília”.
Divaldo Lara (Republicanos) afirmou “Não precisa votar em louquinho da direita”; José Fortunati (PT) afirmou “Não dá para ficar dialogando somente com os seus”.
Leandro Golin (PL) disse “Quero mostrar que a inclusão precisa estar em todas as áreas”; Luis Fernando Rosa (PDT) afirmou “Quero ser um pré-candidato da Serra”.
Maurício Marcon (PL) afirmou “As pessoas querem votar em pessoas que não sumam depois que foram eleitas”; deputado estadual Carlos Búrigo (MDB) disse “Sou um deputado municipalista”.
Claudio Branchieri (PL) declarou “Defendendo menos poder para os políticos e mais liberdade para as pessoas”; Comandante Nádia (PL) afirmou “Mulheres fazem política todos os dias”.
Daiane Mello (PL) disse “A briga vai estar lá”; Eriane Pacheco (PSB) afirmou “A política pode transformar vidas”.
Fabiano Feltrin (PL) declarou “Quero ser uma voz da Serra Gaúcha na Assembleia”; Marisol Santos (PSDB) disse “A Serra precisa ter cada vez mais voz”.
Moacir Ascari Fera (Republicanos) afirmou “Flores da Cunha sente falta de ter uma voz própria”; Pepe Vargas (PT) disse “Projetos de lei são importantes, mas mais importante é o orçamento”.
Senador Germano Rigotto (MDB) afirmou “Hoje se debate mais nomes do que projetos”; vice-governador Ernani Polo disse “Para governar, você tem que construir consenso e não confronto”.
Como veículo da comunidade, o jornal entendeu ser missão ouvir quem pretende representar os municípios e colocá‑las à disposição dos eleitores.
Leia as entrevistas nos links abaixo para conhecer propostas e posições antes das eleições estaduais e nacionais de 2026.