A Meta afirmou nesta sexta-feira (23) que o canal do WhatsApp “Exército do Lula”, com mais de 10 milhões de inscritos, n
Informação publicada por Jornal O Sul.

A Meta afirmou nesta sexta-feira (23) que o canal do WhatsApp “Exército do Lula”, com mais de 10 milhões de inscritos, não viola as políticas da empresa. A plataforma declarou que suas regras proíbem a coordenação de atividades violentas ou criminosas, mas não consideram irregular, por si só, a mobilização política legítima de apoiadores. A manifestação ocorreu após o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinar que a empresa apresentasse, em 24 horas, um relatório técnico sobre o funcionamento do canal. A decisão atendeu a um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência, e busca esclarecer os critérios usados para distinguir mobilizações legítimas de possíveis comportamentos coordenados irregulares.
As informações são de Jornal O Sul. Leia a matéria completa em: https://www.instagram.com/p/De4k1d9ttyY/