Bolsa Família sobe para R$ 691 a partir de 1º de outubro
Reajuste de 15,04% foi publicado em edição extra do Diário Oficial e eleva benefício médio para R$ 777 por família.

Bolsa Família terá benefício mínimo de R$ 691 a partir de 1º de outubro, após reajuste de 15,04% publicado em edição extra do Diário Oficial nesta quinta (17).
O governo calcula impacto de R$ 5,8 bilhões em 2026, considerando pagamentos a partir de outubro, e prevê cerca de R$ 22 bilhões em 2027; o benefício médio sobe de R$ 675 para R$ 777 por família.
O reajuste de 15,04% considera a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2023 e agosto de 2026; o decreto entrou em vigor na data da publicação, mas os efeitos financeiros começam em 1º de outubro.
Os novos valores: Benefício de Renda de Cidadania passa de R$ 142 para R$ 164 por integrante; valor mínimo por família sobe de R$ 600 para R$ 691; Benefício Primeira Infância vai de R$ 150 para R$ 173 por criança; Benefício Variável Familiar aumenta de R$ 50 para R$ 58.
O Benefício Primeira Infância atende famílias com crianças de até 7 anos incompletos; o Benefício Variável Familiar alcança famílias com gestantes, nutrizes, crianças e adolescentes conforme as regras do programa.
Calendário de pagamentos de outubro de 2026: NIS final 1 — 19/10; final 2 — 20/10; final 3 — 21/10; final 4 — 22/10; final 5 — 23/10; final 6 — 26/10; final 7 — 27/10; final 8 — 28/10; final 9 — 29/10; final 0 — 30/10.
15,04% — reajuste aplicado com base no INPC
R$ 691 — novo valor mínimo por família
R$ 777 — benefício médio estimado por família após o reajuste
R$ 5,8 bilhões — impacto estimado em 2026
R$ 22 bilhões — estimativa para 2027
A Lei nº 14.601 autoriza o Poder Executivo a alterar os valores dos benefícios e o valor de referência usado para garantir o pagamento mínimo às famílias.