Campanha expôs o envolvimento político no TSE
Informação publicada por Jornal O Sul.

As eleições de 2026, sobretudo as presidenciais, entram para a História pelo protagonismo exacerbado, com notas de engajamento político, da maioria governista do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) do “TSE paralelo”, de prontidão para desfazer decisões que desagradem o candidato à reeleição. Foi Lula quem escolheu a dedo e nomeou 4 dos 7 ministros do atual TSE, que fizeram a oposição quase esquecer do engajamento do TSE de 2022. Ministros assumiram protagonismo maior que os próprios candidatos. Sintonia fina A bancada governista no TSE não desapontou quem nomeou seus integrantes e se tornou talvez o maior suporte da campanha de Lula. Ministro contra ministro Ministros lulistas dispensaram o “TSE paralelo” de atuar, neutralizando de véspera até decisões não tomadas do presidente da corte.
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