Capitão Martim defende escolas cívico-militares para transformar realidades
Modelo prioriza comunidades afetadas pela evasão, violência e vulnerabilidade social

O deputado estadual Capitão Martim defendeu a implantação de escolas cívico-militares no Rio Grande do Sul e explicou que o modelo busca atender justamente as comunidades escolares que mais precisam de apoio.
Segundo o parlamentar, a proposta não escolhe as escolas com os melhores resultados. A prioridade está nas instituições que enfrentam altos índices de evasão, violência, indisciplina e vulnerabilidade social. O objetivo é recuperar o ambiente escolar, fortalecer valores e garantir melhores condições para alunos e professores.
Martim também destacou que a implantação começa com uma consulta pública. Pais, responsáveis, professores e demais integrantes da comunidade escolar são chamados a decidir se desejam adotar o modelo. Portanto, não existe imposição. Existe escolha, participação e respeito à vontade das famílias.
Na escola cívico-militar, os professores continuam responsáveis pelo ensino e pelo conteúdo pedagógico. Os militares atuam no apoio à organização, à disciplina, à segurança e à construção de um ambiente baseado no respeito e na responsabilidade.
Para o deputado, oferecer esse modelo é ampliar as possibilidades da educação pública. “As famílias têm o direito de escolher uma escola com mais disciplina, segurança e respeito. Onde existe ordem, o professor consegue ensinar e o aluno tem melhores condições para aprender”, afirmou.