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Coordenador de Maranata diz que sabatinas e TV alcançam eleitores fora das redes

Zeca Honorato (marketing) avalia que Record Guaíba e rádio complementam redes para vencer a menor exposição de televisão da campanha

Redação POLITICA.RS20 de ago. de 2026 · 20h333 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Coordenador de Maranata diz que sabatinas e TV alcançam eleitores fora das redes
Reprodução: coletiva.net

Zeca Honorato, coordenador de Marketing da campanha de Marcelo Maranata (PSDB) ao governo do Rio Grande do Sul, afirmou que sabatinas em TV aberta são oportunidade para alcançar eleitores fora das bolhas das redes sociais.

Honorato declarou que o Rio Grande do Sul é “o Estado menos interessado na eleição e o Estado mais indeciso do Brasil”, e por isso a TV aberta é relevante para apresentar propostas a eleitores que ainda não definiram o voto.

Ele disse que algoritmos das redes entregam conteúdo sobretudo a quem já demonstra interesse político, e que “furar essa bolha, sair das redes sociais … ajuda demais”.

A campanha prepara os candidatos de forma geral e adapta conteúdos conforme o veículo e a audiência, a partir do plano de governo, priorizando temas pertinentes àquela entrevista.

Na sabatina da Record Guaíba, a equipe de Maranata priorizou endividamento, serviços públicos, abastecimento de água e saúde como temas com maior conexão com o público da emissora.

Honorato afirmou que essa adaptação não significa abandonar outros pontos do plano de governo; trata-se de definir quais temas terão maior destaque em cada oportunidade.

Com experiência em campanhas, ele avaliou que o volume de trabalho aumentou com as redes sociais e que a produção constante de conteúdo nem sempre atinge novos objetivos.

Honorato ressaltou que a candidatura de Maranata terá menos tempo de televisão que algumas das principais candidaturas, o que torna as redes sociais “a grande fonte de comunicação com o eleitor”.

Ele advertiu sobre a possibilidade de saturação do público com tráfego pago na proximidade da eleição e disse que a estratégia dependerá também da base de eleitores já construída.

Para Honorato, a combinação entre redes sociais, televisão e rádio será determinante, especialmente para candidaturas com menos tempo nos meios tradicionais, porque “a gente vai conseguir dialogar com aquela base já construída e não mais prospectando tantos”.