FGTS injeta R$ 500 milhões no Minha Casa, Minha Vida
Orçamento de subsídios sobe de R$ 12,5 bilhões para R$ 13 bilhões para manter descontos até o fim de 2026.

O FGTS ampliou em R$ 500 milhões o orçamento destinado a descontos do Minha Casa, Minha Vida.
Com a medida, o total de subsídios passa de R$ 12,5 bilhões para R$ 13 bilhões, garantindo recursos até o fim de 2026.
A ampliação foi aprovada pelo Conselho Curador do FGTS e destina-se a operações de financiamento imobiliário, oferecendo descontos para famílias de menor renda.
Os recursos são voltados às faixas 1 e 2 do programa, que atendem famílias com renda familiar mensal de até R$ 5 mil; o desconto pode reduzir a entrada ou o custo do financiamento.
O valor do desconto depende da renda familiar, do enquadramento no programa, da localização e do preço do imóvel, além das regras da instituição financeira responsável.
Os R$ 500 milhões não equivalem a pagamento direto ao trabalhador; servem como reforço orçamentário para subsídios aplicados nas operações habitacionais.
Até julho, mais de 200 mil famílias haviam sido beneficiadas pelos descontos; a previsão é chegar a aproximadamente 376 mil famílias até o final do ano.
Os limites de valor dos imóveis variam por faixa: nas faixas 1 e 2, imóveis de até R$ 275 mil; na faixa 4, limite de até R$ 600 mil.
Quem quer consultar o benefício deve procurar uma instituição financeira participante, como a Caixa Econômica Federal, ou a orientação habitacional do município, apresentar documentos e passar pela análise de enquadramento e capacidade de pagamento.