Marcelo Moraes defende cadeia do tabaco e lista prioridades para novo mandato
O deputado (PL) é candidato à reeleição em 2026 e falou sobre fumicultura, estradas, tributos e relação entre Poderes.

Marcelo Moraes (PL), candidato à reeleição em 2026, defendeu nesta quinta a cadeia produtiva do tabaco e prioridades para a região.
Ele afirmou que a representação política da fumicultura em Brasília é insuficiente e citou números de impacto econômico e social.
Moraes disse que, dos 513 deputados federais, 31 são do Rio Grande do Sul, e que poucos defendem a fumicultura em Brasília.
O deputado afirmou que cerca de 70 mil famílias do Rio Grande do Sul dependem diretamente da cultura do tabaco na lavoura.
Moraes citou também geração de empregos e movimentação de recursos do setor na economia regional e rejeitou uma reconversão em curto prazo.
Ele apontou a infraestrutura como prioridade, citando estradas danificadas pelas enchentes de 2024 que ainda não receberam obras necessárias.
Na área econômica, Moraes pediu redução da burocracia e da carga tributária para “voltar a trazer o Brasil para o rumo do desenvolvimento”.
O deputado defendeu primeiro uma reforma administrativa para reduzir a máquina pública e só depois diminuir impostos.
Moraes criticou a atuação do Supremo Tribunal Federal e pediu maior atuação do Senado na análise de pedidos de impeachment de ministros.
513 — total de deputados federais
31 — deputados do Rio Grande do Sul na Câmara
70 mil — famílias no RS que dependem da cultura do tabaco
"Nós temos 513 deputados federais, desses 513, 31 são do Rio Grande do Sul e infelizmente tu não enche uma mão de deputados que têm a coragem de defender a fumicultura", afirmou Marcelo Moraes durante a entrevista na redação nesta quinta.
O próximo passo concreto é a campanha de reeleição de Moraes para 2026; ele apresentou prioridades para um eventual novo mandato.