MEC divulga 2ª edição/2026 do Diagnóstico de Equidade com adesão quase total
Avaliação nacional mostra avanço nos índices Erer e EEQ entre 2024 e 2026; ministério oferece materiais de apoio
MEC divulgou a 2ª edição/2026 do Diagnóstico de Equidade, com 97% das redes municipais e 100% das redes estaduais participando.
Os índices de Educação para as Relações Étnico-raciais (Erer) e de Educação Escolar Quilombola (EEQ) subiram entre 2024 e 2026; o indicador de financiamento municipal passou de 20,6 para 39,9 pontos.
O diagnóstico é ferramenta de gestão que mapeia condições institucionais das secretarias de Educação e acompanha ações adotadas nas redes estaduais e municipais.
Os seis índices Erer são: institucionalização; formação; gestão escolar; material didático e paradidático; financiamento; e avaliação e monitoramento. O índice geral estadual subiu de 47,3 para 54,2 pontos; o municipal, de 26,6 para 34,7.
Na dimensão de financiamento, as redes municipais avançaram de 20,6 para 39,9 pontos, e as estaduais de 43,7 para 66,7 pontos.
No recorte EEQ, o índice geral municipal cresceu de 33,0 para 38,6 pontos, e o estadual de 53,5 para 64,5; a média considera institucionalização, formação, gestão e material.
O diagnóstico não mede diretamente efeitos na aprendizagem nem permite concluir, isoladamente, redução das desigualdades; o MEC disponibiliza materiais de apoio e devolutivas para secretarias analisarem os dados.
97% — participação das redes municipais
100% — participação das redes estaduais
47,3 → 54,2 — índice geral estadual Erer (2024→2026)
26,6 → 34,7 — índice geral municipal Erer (2024→2026)
20,6 → 39,9 — financiamento municipal (2024→2026)
43,7 → 66,7 — financiamento estadual (2024→2026)
33,0 → 38,6 — índice geral municipal EEQ (2024→2026)
53,5 → 64,5 — índice geral estadual EEQ (2024→2026)
As secretarias de Educação devem complementar o monitoramento com registros sobre raça e cor dos estudantes para identificar desigualdades e orientar políticas.