Nova Assembleia terá recorde de mulheres conservadoras
Mulheres do campo da direita passam a ocupar 12 das 16 cadeiras femininas

A nova Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul terá uma cara bem diferente a partir de 2027. Mais à direita, com maior presença feminina e 25 estreantes, o Parlamento gaúcho refletirá nas cadeiras a mudança apontada pelas urnas.
O avanço mais expressivo ocorreu no PL, que saltou de cinco para 12 deputados e terá a maior bancada da Casa. A mudança ideológica também aparece com força entre as mulheres.
Em 2022, foram eleitas 11 deputadas, cinco identificadas com a esquerda e seis com o campo da direita. Agora serão 16 mulheres, mas com ampla predominância conservadora. Doze das eleitas estão alinhadas à direita e quatro à esquerda.
Entre as eleitas do campo da direita estão Adri Cherini, Adriana Lara, Ali Klemt, Comandante Nádia, Kelly Moraes, Vanice de Matos e Daiane Mello, todas do PL, além de Bruna Molz (Podemos), Ana Tarouco e Nadine (PSD), Nicole Weber Covatti e Ronize Damassini (PP).
Na esquerda estão Luciana Genro e Karen Santos, do PSOL, e Natasha Ferreira, do PT.
O recado das urnas chegou também ao Parlamento. A Assembleia ficou mais feminina, mas o crescimento das mulheres ocorreu principalmente no campo conservador.