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Observatório revela erro de diagnóstico e falha no acesso a tratamento para doenças crônicas de pele

Plataforma lançada em 15 de outubro reúne 678 respostas de 25 estados e mostra demora, diagnósticos incorretos e barreiras ao tratamento

PRedação Política.RS20 de out. de 2026, 08h31

O Observatório Brasileiro de Doenças Crônicas de Pele mostra diagnóstico errado, demora para identificação e dificuldade de acesso ao tratamento entre pacientes.

A plataforma foi lançada em 15 de outubro pela Associação Psoríase Brasil e já soma 678 respostas de 25 estados e 281 cidades.

O Observatório reúne relatos de pessoas com psoríase, artrite psoriásica, dermatite atópica, hidradenite supurativa, alopecia areata, vitiligo, prurigo nodular e urticária crônica espontânea, além de familiares e cuidadores; a base usa um questionário com 43 perguntas e permite recortes por estado e doença.

“Quando conseguimos enxergar onde estão as barreiras, temos muito mais força para identificar o que precisa mudar”, disse Gladis Lima, presidente da Psoríase Brasil, no lançamento da plataforma.

678 — respostas registradas

25 — estados com participantes

281 — cidades de origem dos participantes

73% — relataram ao menos um diagnóstico incorreto

40% — levaram mais de cinco anos até o diagnóstico correto

63% — enfrentaram dificuldade para acessar o tratamento indicado

26% — deixaram de consultar ou tratar por causa da distância

96% — relataram impacto significativo na qualidade de vida

O Observatório está aberto ao público no site da entidade e convida pacientes, familiares e cuidadores a responderem o questionário em https://psoriasebrasil.org.br/observatorio.

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