Passo de Torres atende 92 crianças e quer ampliar 30 vagas no SCFV
Secretaria anunciou a oferta de oficinas e informou que pediu expansão do atendimento social na cidade

A Secretaria de Assistência Social e Habitação de Passo de Torres atende 92 crianças pelo Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) e planeja ampliar a oferta em 30 vagas.
A ampliação deve ampliar número de atendimentos no SCFV e exigir mais estrutura e pessoal do município.
A secretária Elizandra da Silva Martins detalhou o serviço em entrevista na última quinta-feira, 22; o SCFV oferece oficinas de artesanato, música e capoeira com foco no fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários.
Em 2025 o município implementou o atendimento de proteção social especial de média complexidade para pessoas com direitos violados, segundo a secretaria; o técnico Dilson de Moraes Lemos explicou que a equipe faz acolhimento, acompanhamento psicossocial e encaminhamentos.
O trabalho articula CRAS, Conselho Tutelar, secretarias de Saúde e Educação e órgãos de segurança e Justiça para acompanhamento de casos de violência física, verbal, moral e patrimonial envolvendo crianças, adolescentes, mulheres e idosos.
A técnica de gestão Fernanda Machado Pacheco ressaltou a necessidade de planejamento e articulação com o Estado e conselhos para qualificar serviços; a secretaria busca apoio do Governo de Santa Catarina para implantar um CREAS com estrutura própria, proposta ainda sem confirmação.
92 — número de crianças atendidas atualmente pelo SCFV
30 — vagas que a secretaria planeja acrescentar ao SCFV
2025 — ano em que Passo de Torres implementou o atendimento de média complexidade
"A assistência social vai além da concessão de benefícios", disse a secretária Elizandra da Silva Martins, definindo acolhimento, escuta qualificada, orientação e garantia de direitos como ações centrais.
O município orienta moradores que necessitem de acolhimento, informações ou encaminhamentos a procurar o CRAS, porta de entrada para serviços socioassistenciais; Dilson Lemos pediu atendimento diante dos primeiros sinais de violência para intervenção precoce.