Polo Naval do Rio Grande retoma construção de navios com batimento de quilha
Estaleiro Rio Grande fez o batimento de quilha do primeiro petroleiro Handymax, após cerca de dez anos sem obras
O Estaleiro Rio Grande realizou o batimento de quilha do primeiro petroleiro Handymax, retomando a construção naval no Rio Grande após cerca de dez anos.
A retomada prevê 13 navios no estaleiro — quatro Handymax, cinco gaseiros e quatro MR1 — e expectativa de gerar até 5 mil empregos diretos e indiretos.
O evento ocorreu no Estaleiro Rio Grande; a obra é o primeiro navio da nova encomenda prevista para o complexo naval da cidade.
O deputado federal Alexandre Lindenmeyer, presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Indústria Naval Brasileira, disse que priorizou a reconstrução do Polo Naval durante seu mandato.
Lindenmeyer citou articulações com o presidente Lula, Petrobras, Transpetro, empresários e representantes dos trabalhadores para viabilizar a retomada.
A retomada envolve construção de petroleiros Handymax, gaseiros e embarcações MR1 no próprio Estaleiro Rio Grande.
13 navios — total previsto para construção no Estaleiro Rio Grande
4 Handymax — petroleiros previstos
5 gaseiros — previstos
4 MR1 — previstos
Até 5.000 empregos — expectativa de vagas diretas e indiretas