Porto Alegre 2028: os nomes que entram no jogo pela sucessão de Sebastião Melo

PRedação Política.RS16 de out. de 2026, 21h54· 36 acessos
Porto Alegre 2028: os nomes que entram no jogo pela sucessão de Sebastião Melo
Imagem: Politica News

A sucessão do prefeito Sebastião Melo (MDB), que não poderá disputar um novo mandato em 2028, já mobiliza partidos da base governista e da oposição. Os nomes citados até agora estão em fase de articulação, sem candidaturas oficialmente definidas.

Centro e direita

MDB: ainda não tem candidato definido. O partido discute seu posicionamento para a sucessão.

PP: a deputada federal Any Ortiz é a preferida de Sebastião Melo e conta com o apoio do presidente estadual da sigla, Covatti Filho. Ela, porém, avalia permanecer em Brasília.

Novo: o deputado federal eleito Felipe Camozzato admite disputar novamente a prefeitura. O deputado estadual eleito Ramiro Rosário também era cotado pelo partido.

PL: a deputada estadual eleita Comandante Nádia manifesta interesse na disputa. O deputado federal eleito Jessé Sangalli também é citado, mas tende a priorizar o mandato em Brasília.

Esquerda

PT: os nomes mencionados são Edegar Pretto, Laura Sito, Leonel Radde e Sofia Cavedon. Pretto ganhou espaço nas articulações internas após atuar na campanha de Lula no Rio Grande do Sul. Laura perdeu força após não se eleger deputada federal, enquanto Radde e Sofia também são citados como possibilidades.

PSOLManuela D’Ávila, Fernanda Melchionna e Matheus Gomes aparecem entre os possíveis candidatos. O partido defende lançar candidatura própria em 2028.

PDT: Juliana Brizola é mencionada como possível candidata novamente. A hipótese enfrenta resistência de setores de outros partidos da esquerda.

PSB: a sigla busca avançar nas negociações de uma possível federação com o PDT, movimento que poderá influenciar as articulações para a eleição municipal.

Cenário em aberto

Na base governista, as articulações se concentram na escolha de um nome para suceder Melo. Na esquerda, além da definição dos candidatos, está em discussão a possibilidade de uma prévia entre partidos para escolher o representante da coalizão. As decisões devem avançar após o segundo turno da eleição presidencial.

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