Prefeitura de Bagé incorporou 100 veículos e máquinas desde janeiro de 2025
Investimento de mais de R$ 19 milhões e queda da frota inoperante de 44% para cerca de 15% imobilizada

A Prefeitura de Bagé e o DAEB incorporaram 100 veículos, máquinas e equipamentos desde janeiro de 2025.
O investimento superou R$ 19 milhões e reduziu a frota com problemas: de 118 de 270 unidades inoperantes (44%) para cerca de 15% imobilizada.
No início da gestão, o vice‑prefeito Beto Alagia apresentou à Câmara relatório apontando 118 dos 270 veículos e maquinários totalmente inoperantes, e menos de 20% aptos a prestar serviços.
Em 2025, 75 veículos e máquinas foram retirados definitivamente e leiloados, arrecadando R$ 462.965,00.
O plano prevê retirar outras 68 unidades nos próximos meses, com expectativa de arrecadar aproximadamente R$ 1 milhão.
Paralelamente, houve recuperação de veículos e compra de novas unidades; hoje apenas cerca de 15% da frota está imobilizada, principalmente máquinas aguardando manutenção.
A Secretaria Municipal da Saúde recebeu 34 unidades: quatro ambulâncias, uma Unidade Odontológica Móvel, duas Chevrolet Spin, um Volkswagen Virtus, uma Volkswagen Saveiro e 25 Volkswagen Polo; a pasta tem hoje 81 veículos em operação.
A Educação incorporou oito veículos: sete Chevrolet Spin (seis para transporte escolar e uma para uso da Secretaria) e um micro‑ônibus Volkswagen ORE adquirido via FNDE/Novo PAC; a pasta dispõe de 50 veículos estruturados.
A Secretaria de Desenvolvimento Rural recebeu 12 veículos e máquinas pesadas — tratores, rolos compactadores, retroescavadeiras e motoniveladoras — além de caminhões e caminhonetes para manutenção de estradas.
O DAEB incorporou 16 veículos, máquinas e equipamentos destinados às atividades de saneamento e manutenção de redes.
Segurança e Mobilidade recebeu 10 veículos; Assistência Social, 8; Infraestrutura, 7; Meio Ambiente, 4; Juventude, Esporte e Lazer, 1; somando 84 unidades nas secretarias e 100 com o DAEB.
O prefeito Luiz Fernando Mainardi declarou: "Melhorar os serviços e tornar os custos eficientes. É isso que tem que ser feito. Além dos veículos ainda reduzimos drasticamente multas e gastos com combustíveis... Não há mais aquele descontrole".
O próximo passo é o novo processo de desfazimento de unidades antieconômicas nos próximos meses.