Projeto Recomeçar reintegra egressos pelo trabalho em Araranguá há três anos
Coordenado pelo policial penal Adércio Velter, o convênio com a Prefeitura e a SEJURI paga salário mínimo aos participantes.

Há três anos em Araranguá, o Projeto Recomeçar reintegra egressos do sistema prisional pelo trabalho, coordenado pelo policial penal Adércio Velter.
Pelo convênio entre a Prefeitura de Araranguá e a Secretaria de Estado da Justiça e Reintegração Social (SEJURI), os participantes recebem o salário mínimo nacional vigente pelo trabalho.
A participação segue critérios legais: análise do tempo de cumprimento da pena, histórico e bom comportamento do reeducando.
Também são considerados o envolvimento com estudos, cursos e atividades de trabalho durante o cumprimento da pena.
O trabalho é direcionado a serviços de interesse público, como manutenção de praças, limpeza, conservação de espaços públicos e ações de zeladoria.
Os reeducandos são acompanhados durante as atividades, com controle de frequência, monitoramento de comportamento e cumprimento de regras estabelecidas.
A remuneração tem destinação definida, incluindo assistência à família, formação de pecúlio e ressarcimento ao Estado.
A ação parte do entendimento de que a ressocialização contribui para a prevenção da reincidência e para o fortalecimento da segurança pública.
3 anos — duração do Projeto Recomeçar
salário mínimo nacional vigente — remuneração paga pelo convênio