Santa Catarina é o estado mais competitivo do Brasil
O estado ultrapassou São Paulo e lidera quatro dos dez pilares do Ranking de Competitividade.

Santa Catarina é o estado mais competitivo do Brasil, ultrapassando São Paulo e assumindo o topo do ranking.
O estado lidera quatro pilares: Capital Humano, Potencial de Mercado, Segurança Pública e Sustentabilidade Social.
São Paulo caiu para a 2ª posição depois de 14 anos consecutivos no topo; Paraná ficou em 3º e Rio Grande do Sul em 4º — posição mais alta do RS desde o início do ranking; Espírito Santo é o 5º e sua capital, Vitória, é a cidade mais competitiva do país.
O top 5 municipal inclui Vitória, Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR) e São Paulo (SP); Maringá (PR) também aparece entre as dez cidades mais competitivas.
As grandes vencedoras do Prêmio Excelência em Competitividade 2026, na categoria Boas Práticas, foram: "Sem Deixar Ninguém para Trás" (Mato Grosso do Sul), "Parceiro da Escola" (Paraná) e "MEI RS Calamidades" (Rio Grande do Sul); a 10ª edição recebeu 403 inscrições de 23 estados.
Os estados do Sul ficaram entre os melhores em cinco pilares: Sustentabilidade, Capital Humano, Inovação, Segurança Pública e outros indicadores compostos pelo ranking.
Há dispersão regional em desempenho por pilar: em Educação Santa Catarina tem 93 pontos (2º), Paraná 83,1 (6º) e Rio Grande do Sul 72,6 (9º); em Infraestrutura Paraná soma 58,8 (3º), Santa Catarina 55,6 (5º) e RS 41,6 (16º).
No pilar Potencial de Mercado Santa Catarina é campeã; Paraná aparece em 7º com 68,4 pontos e Rio Grande do Sul em 24º com 29,2 pontos.
Em Solidez Fiscal Santa Catarina fez 70 pontos (4º) e Paraná 69,4 (6º), enquanto o Rio Grande do Sul marcou 4,5 pontos; na Eficiência da Máquina Pública o RS tem 100 pontos (1º), Santa Catarina 82,8 (3º) e Paraná 69,4 (8º).
403 — inscrições no Prêmio Excelência em Competitividade 2026
23 — estados participantes do prêmio
93 — pontos de Santa Catarina no pilar Educação
100 — pontos do Rio Grande do Sul em Eficiência da Máquina Pública
A próxima edição do ranking e do prêmio deve orientar políticas públicas estaduais para os pilares com maior defasagem.