Semana do Trânsito debate congestionamentos no Rio Grande
Evento começou nesta sexta, 18; prefeitura anuncia trecho da 1º de Maio como mão única e aguarda AFD para projeto de duplicação

Semana Nacional do Trânsito começou nesta sexta, 18, e colocou os congestionamentos nas vias do Rio Grande em debate.
O município tornará mão única o trecho da 1º de Maio entre a Rua Forte Santana e a Rua Domingos de Almeida; o projeto de duplicação depende da não objeção da Agência Francesa de Desenvolvimento, e a prefeita espera fechar até o final do ano.
O secretário Carlos Brusch, da SMMAS, apontou a RS-734 e a BR-392 como os dois maiores problemas de fluxo na cidade, e lembrou que ambas não são jurisdição municipal, sendo responsabilidade da Polícia Rodoviária Estadual e da Polícia Rodoviária Federal.
Brusch disse que a prefeitura atua para dar capacidade às vias alternativas, citando intervenções na 1º de Maio e na José Bonifácio para absorver gargalos.
Brusch destacou congestionamento em frente ao condomínio Waldemar Duarte, o “trevo”, e afirmou que a obra na RS-734, praticamente finalizada naquele trecho, é a causa do bloqueio temporário.
O secretário adjunto Edinho Lopes defendeu a duplicação da Est. Roberto Socoowiski e da ERS-734 como essenciais para melhorar a mobilidade urbana e o fluxo de veículos na cidade.
A prefeita Darlene Pereira afirmou que o projeto de duplicação aguarda análise da AFD e que espera concluir o fechamento do projeto até o final do ano.
Edinho justificou a mão única na 1º de Maio como medida para aumentar o escoamento no pico das 16h30 às 19h, melhorando o retorno dos trabalhadores e trabalhadoras.
18 — início oficial da Semana Nacional do Trânsito
16h30–19h — horário de pico visado pela mudança na 1º de Maio
até o final do ano — expectativa da prefeitura para fechar o projeto de duplicação
“Ali não tem muita solução, nós não temos alternativas, então nós temos que conviver com os problemas que a obra traz”, disse Carlos Brusch sobre o trecho do trevo em frente ao condomínio Waldemar Duarte.
O próximo passo é a análise da Agência Francesa de Desenvolvimento; sem objeção da AFD a prefeitura poderá abrir a licitação para a duplicação.