Sinimbu lança estudo para pagar produtores por conservação ambiental
Parceria entre Staf, Instituto BrBiomas, Emater e Prefeitura estuda remuneração por serviços ecossistêmicos em até 35 propriedades.

Staf, Instituto BrBiomas, Emater e a Prefeitura de Sinimbu lançam estudo de viabilidade para pagar produtores por serviços ecossistêmicos.
O projeto prevê adesão voluntária de até 35 propriedades, com execução prevista a partir deste mês até fevereiro de 2027.
O estudo avaliará remuneração por proteção de nascentes, preservação de matas nativas, manejo sustentável do solo e recuperação de áreas degradadas, abrangendo propriedades em Sinimbu e nas margens do Rio Pardinho.
Equipes do Instituto BrBiomas, do Staf e da Associação de Empreendimentos de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) farão visitas de campo, mapeamento georreferenciado, caracterização do uso do solo e oficinas participativas com famílias agricultoras.
Sergio Luiz Reis, presidente do Staf, afirmou que cerca de 50% das propriedades da região têm cobertura de mata nativa com potencial de ampliação e valorização.
Vilmar Thomé, presidente do Instituto BrBiomas, disse que ao final dos seis meses será entregue um relatório técnico com bases financeiras, jurídicas e ambientais para implantação do programa.
35 — propriedades por adesão voluntária
de neste mês a fevereiro de 2027 — período previsto para execução
6 meses — duração do estudo até entrega do relatório técnico
"Este estudo é o marco inicial para transformar a conservação ambiental em ativo econômico para quem cuida da terra", declarou Sergio Luiz Reis.