SPTrans mantém pagamento em dinheiro para 2ª via do Bilhete Único em 30 postos
Taxa de emissão equivale a sete tarifas — em 2025, a cobrança chegou a R$ 35; PIX já é usado em alguns serviços e testes

SPTrans exige pagamento em dinheiro para emissão de segunda via do Bilhete Único em 30 postos da capital.
A taxa de segunda via corresponde a sete tarifas; em 2025 esse valor representou R$ 35 para o passageiro.
A companhia mantém serviços digitais como consulta de saldo, emissão de extrato, cancelamento de cartão e solicitação do Bilhete Único Comum para entrega em domicílio; ainda assim, grande parte dos postos exige pagamento em espécie.
A prefeitura justifica a prática pela infraestrutura tecnológica e financeira do sistema implantado em 2004, quando não havia solução de pagamento eletrônico sem custos ao poder público.
O PIX, lançado pelo Banco Central em 2020, já passou a integrar pagamentos do Bilhete Único e é usado em alguns serviços; alguns postos aceitam PIX em caráter de teste, mas a ampliação depende de avaliação operacional e adaptações tecnológicas.
Passageiros que precisam de segunda via devem verificar previamente as condições do posto escolhido; a SPTrans recomenda consultar a lista oficial de unidades e serviços antes do deslocamento.
Especialistas em mobilidade e administração pública avaliam que modernizar a bilhetagem exige mudanças na infraestrutura, na segurança das transações, no gerenciamento de dados e na integração entre meios de transporte.
2004 — implantação do modelo atual de bilhetagem
2020 — lançamento do PIX pelo Banco Central
7 tarifas — cobrança da segunda via
R$ 35 — valor da taxa em 2025
30 postos — locais que ainda exigem pagamento em dinheiro