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Vice de Gravataí nega envolvimento após operação por difamação contra Dimas Costa

Operação Persona cumpriu dois mandados em Gravataí; campanha diz que Levi estava afastado por tratamento de saúde

Redação POLITICA.RS11 de set. de 2026 · 08h330 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Vice de Gravataí nega envolvimento após operação por difamação contra Dimas Costa
Reprodução: seguinte.inf.br

O vice-prefeito Dr. Levi Melo (Podemos) se manifestou nesta quinta (10) após a Operação Persona, da Polícia Civil, sobre ataques a Dimas Costa (PSD).

A ação, realizada na quarta (9), cumpriu dois mandados de busca e apreensão em residências de investigados em Gravataí.

A investigação diz que um perfil falso foi usado para ataques e que parte do conteúdo foi impulsionada nas redes sociais para ampliar alcance.

A nota assinada pela campanha de Levi — registrada para deputado federal — afirma que o episódio ocorreu enquanto ele estava afastado por um grave tratamento de saúde.

A campanha afirma haver indícios de possível participação de pessoa da assessoria de gabinete; um cargo de confiança (CC) ligado ao gabinete do vice-prefeito aparece entre os suspeitos.

A delegada Isadora Galian, responsável pelas investigações, confirmou que se tratava de um perfil falso e que os suspeitos teriam usado esse perfil para proferir ofensas.

A Polícia Civil informou que os investigados seriam servidores de uma prefeitura da Região Metropolitana de Porto Alegre, mas não divulgou oficialmente nomes ou qual prefeitura estaria envolvida.

O prefeito Luiz Zaffalon (PSD) disse que solicitará acesso ao inquérito e que, se confirmada participação de servidores municipais, adotará a exoneração.

A Operação Persona é conduzida pela Delegacia de Polícia de Investigações Cibernéticas Especiais (Dicesp), vinculada ao DERCC; a apuração começou após Dimas Costa registrar queixa em abril, quando ainda era deputado estadual.

Dimas afirmou que busca responsabilizar autores de ataques que teriam ultrapassado limites do debate; ele lembrou que o Código Penal vale também nas redes sociais.

A investigação apura quem criou e administrou o perfil, quem publicou o conteúdo e se uma conexão de internet de prefeitura foi usada; até agora, os investigados são considerados suspeitos, sem condenação.