A incoerência política virou rotina no Brasil
Políticos mudam discurso, quebram promessas e raramente prestam contas; o editorial pede cobrança uniforme dos eleitores.
A incoerência política virou rotina no Brasil: políticos mudam de discurso, abandonam compromissos, fazem promessas não cumpridas e muitas vezes não prestam contas.
Isso coloca o eleitor diante de um dilema: condenar a incoerência dos adversários e justificar a dos aliados, afetando a exigência de responsabilidade em todo o país.
O editorial reflete sobre o valor da palavra na política, a responsabilidade dos eleitores e os perigos de uma sociedade que se acostumou a não cobrar coerência dos seus representantes.
Assista e reflita: a cobrança precisa valer para todos, independentemente de partido ou preferência política.