Cerca de 50 construções foram demolidas às margens do lago da usina de Lajeado
Justiça Federal ordenou desocupação em área classificada como preservação permanente; moradores ficaram sem casas

Cerca de 50 propriedades — entre casas, pousadas e chácaras — foram demolidas às margens do reservatório da usina hidrelétrica de Lajeado, no Tocantins.
A Justiça Federal determinou a desocupação forçada das construções por ocupação irregular em área considerada de preservação permanente.
As demolições reduziram as edificações a entulho; o Ministério Público Federal e órgãos ambientais atuaram para proteger as margens do reservatório, alvo de disputas legais e ambientais.
Moradores perderam lares, investimentos e meios de vida; o episódio gerou debates nas redes sociais e em reuniões comunitárias, com apoio à preservação e críticas à falta de políticas de realocação.
Especialistas apontam que o caso pode virar precedente para outras remoções em áreas de proteção permanente; há um clamor por políticas públicas que atendam as famílias deslocadas.
50 — propriedades demolidas
casas, pousadas e chácaras — tipos de construções removidas
Espera-se que autoridades locais apresentem medidas de realocação e compensação para as famílias afetadas.